‘Acorde Maior’ regressa ao Village Underground com o apoio da Caixa Económica Montepio Geral

Acorde Maior acontece novamente durante as pausas escolares, desta vez na primeira semana de férias de Verão. O grupo de 30 jovens dos Bairros da Serafina, do Zambujal, da Cova da Moura, da instituição Aldeias Crianças SOS, do grupo de escolas de Alcântara e filhos de funcionários da Carris juntam-se de novo para explorar processos de criação colaborativa, de pensamento criativo, de composição e interpretação,  explorando vários estilos e instrumentos musicais.

Ao longo de quatro dias os formadores Teresa Campos, Duarte Cardoso e Artur Carvalho, juntamente com a participação de um grupo de residentes do Village Underground irão partilhar e criar algo novo com os 30 jovens. Na primeira edição, em Abril, as expectativas de todos os envolvidos foram superadas, a abordagem inclusiva do projecto provou criar um sentimento de identidade dentro do grupo, bem como um forte sentido de propriedade como resultado de fazer parte de um conjunto único. O resultado final “não foi um concerto” mas sim uma verdadeira performance de dança, luz, música, percussão e visual que emocionou todos os presentes.

A segunda edição termina no dia 28 de Junho às 17h30 também desta vez com uma performance ao vivo, numa acção que fomenta o sentido de orgulho pelo que foi atingido, para a qual estão todos convidados.

Em cada edição deste projecto, o Village e o Montepio, convidam um artista a customizar a fachada do contentor com a palavra Acorde Maior para que todos possam apreciar quando passam pelos contentores na Avenida da India. Em Abril a tarefa coube a RAM, conhecido artista português de “graffiti” e dos mais conceituados em Portugal e lá fora, e em Junho foi a vez de EKO que resultou na primeira obra do artista gráfico no Village Underground.

 

Sobre o Projecto:

Acorde Maior é a aposta do Village Underground Lisboa em 2018 na área do impacto social. Tem como objectivo criar um grupo performativo de música e dança composto por 30 jovens dos 8 aos 18 anos, de diferentes backgrounds, que vivem em situações menos favoráveis e curiosos por aprender a tocar instrumentos musicais ou melhorar a sua prática.

Este projecto encontra a sua inspiração no Future Band, grupo inaugurado no Barbican Centre em Londres em 2009, e é liderado por músicos experientes portugueses que são graduados do Guildhall School of Music & Drama em Londres e possuem experiência substancial liderando projetos criativos e participativos com jovens internacionalmente.

Posicionado como o banco da economia social, o projecto tem o apoio da Caixa Económica Montepio Geral, que vê neste projeto um forte impacto social e capacidade de promover a inclusão e igualdade de oportunidades.